terça-feira, 17 de novembro de 2009

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

sábado, 18 de julho de 2009

NOITE DE ESTRELAS

Hoje, pelo menos 10 cidades de Portugal vão aderir à iniciativa Noite de Estrelas, inserida no Ano Internacional da Astronomia.
Pela primeira vez a iluminação pública será cortada durante um curto período de tempo, para que as pessoas possam ver com os seus próprios olhos quais os efeitos da poluição luminosa.
Pretende-se com este acto alertar as pessoas para a conservação da energia, para a prservação do céu nocturno e para a poluição luminosa. Existe iluminação pública muito mal dirigida.
A maioria das pessoas vive em centros urbanos e, raramente, observa o céu em excelentes condições.
Cidades aderentes:
  • Braga - Santuário do Bom Jesus, a partir das 18H30.
  • Bragança - Com a cidade às escuras, dirigirem-se ao castelo, a partir das 21H30.
  • Espinho - A iluminação pública vai ser desligada. Podem deslocar-se até ao Centro Multimeios, a partir das 22H.
  • Moimenta da Beira - Parte da cidade às escuras a partir das 2H30. Actividades frente ao Pavilhão Gimnodesportivo.
  • Coimbra - O Páteo das Escolas, na Universidade de Coimbra, acolhe, às 21H, observações astronómicas. Será possível subir à Torre e olhar o céu com uma luneta igual à que Galileu usou há 400 anos.
  • Mira - Largo do Município, a partir das 20H.
  • Lisboa - O Edifício do Observatório Astronómico, na Tapada da Ajuda, apaga-se. As actividades decorrem entre as 21H e as 23H.
  • Cascais - As luzes da baía extinguem-se entre as 22H e as 24H.
  • Madeira - Na Calheta. Às 22H.
  • Açores - Na Praça do Alto da Cova de Angra do Heroísmo, iluminação desligada entre as 22H30 e a meia-noite.
  • Porto e Faro - Não há apagões confirmados, mas existem actividades relacionadas com a iniciativa no Palácio de Cristal e na Praça Parada Leitão, a partir das 22H e, no Algarve, é favor dirigirem-se à açoteia do Centro Ciência Viva, às 22H.

Font: Metro

terça-feira, 7 de julho de 2009

EARTH WATER CHEGA A PORTUGAL

Arrancou esta semana em Portugal um projecto pioneiro de solidariedade.
A água embalada Earth Water é o único produto no mundo com o selo do
Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), revertendo
os seus lucros a favor do programa de ajuda de água daquela instituição.

A nível nacional, a Earth Water é um projecto que conta com a colaboração
da Tetra Pak, do Continente, da Central Cervejas e Bebidas, da MSTF
Partners, do Grupo GCI e da Fundação Luís Figo.

Com o preço de venda ao público (PVP) de 59 cêntimos, a embalagem de Earth
Water diz no rótulo que «oferece 100% dos seus lucros mundiais ao programa
de ajuda de água da ACNUR», apresentando, mais abaixo, o slogan «A água que
vale água».

Actualmente morrem 6 mil pessoas no mundo por dia por falta de água
potável.
Com 4 cêntimos, o ACNUR consegue fornecer água a um refugiado por um dia.

Ver
aqui

"Todos os dias morrem seis mil pessoas devido à falta de água potável e
destas 80% são crianças. A cada 15 segundos morre uma criança devido a uma
doença relacionada com a água.
Com a criação da Earth Water pretende fazer-se a diferença e melhorar estas
estatísticas assustadoras. Ao desenvolver o conceito "You Never Drink
Alone" pretende-se criar solução para a falta de água mundial.
AJUDE! DIVULGUE!
(Recebido por email)

sexta-feira, 5 de junho de 2009

HOJE É O DIA MUNDIAL DO AMBIENTE ...

E uma jovem portuguesa de 14 anos venceu o prémio europeu do Concurso Internacional de Pintura Infantil das Nações Unidas sobre o meio ambiente, no qual participaram mais de 10.000 crianças.
A professora de Educação Visual de Patrícia Santos, a jovem que venceu o prémio europeu do concurso de pintura infantil das Nações Unidas dedicado ao Ambiente, considera que a aluna de 14 anos tem características raras.

Patrícia Jesus Santos, estudante do 9º ano na Escola Infante D.Pedro, na Figueira da Foz, venceu o Primeiro Prémio Regional Europa, no qual participaram 9500 crianças de 32 países europeus, com um cartaz em que um girassol simboliza o planeta e as folhas as várias fontes de poluição.

O girassol apresenta-se doente, de termómetro na boca, com as folhas estragadas por agressões que vão desde a poluição marítima e atmosférica, aos incêndios florestais e indústrias poluentes.

Uma tesoura de podar - representando o ambiente sustentável e a conservação da Natureza - dedica-se a erradicar as folhas doentes, cortando-as, enquanto ao fundo rebenta, já, uma folha saudável, sinal de esperança.

Em declarações à Lusa a jovem explicou que o cartaz vencedor, subordinado ao tema das alterações climáticas, "representa os problemas a que o mundo está sujeito, com a maioria das actividades humanas que o prejudicam". "E a tesoura e a mão significam os pequenos gestos que podemos fazer para melhorar", acrescentou Patrícia Santos.

"A Patrícia tem características muito extraordinárias e muito raras. É raro que uma aluna de 14 anos consiga este grau de perfeição e representação", disse hoje à agência Lusa a professora Conceição Caleia.

A docente da escola Infante D.Pedro, em Buarcos, Figueira da Foz, frisa no entanto que a prestação da jovem "não é de todo uma surpresa" para a comunidade escolar onde está inserida, representando muito trabalho e dedicação da aluna.

"Tem essas competências inatas e raras, mas também acho que o talento se constrói, desenvolve e trabalha. Envolve sacrifício e empenhamento. A Patrícia tem a noção disso e trabalha nesse sentido", frisou.

Já o presidente do Conselho Executivo do estabelecimento de ensino, Pedro Mota Curto, considerou que o prémio "também foi uma vitória para a escola". "É uma escola pequena, numa cidade pequena, afastada dos grandes centros. Ficamos muito satisfeitos por na Figueira da Foz haver alguém capaz de um trabalho destes, uma aluna e uma professora".

A estudante receberá um prémio de mil dólares (cerca de 700 euros) e uma viagem com acompanhante para a Conferência Internacional de Crianças Tunza, em Daejon, na Coreia do Sul, de 17 a 20 de Agosto.

A pintura de Patrícia Santos, bem como os de outros vencedores, será exibida em exposições no âmbito da Conferência das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas, que se realiza em Copenhaga, de 7 a 18 de Dezembro próximo.

Hoje, Dia Mundial do Ambiente, decorre na escola Infante D.Pedro, pelas 15h30, a cerimónia de entrega do prémio a Patrícia Santos, na presença de representantes da autarquia da Figueira da Foz e do Ministério do Ambiente.

No Concurso Internacional de Pintura Infantil sobre o Ambiente - cujo vencedor será divulgado na Coreia do Sul, em Agosto - participaram mais de 19 mil crianças de 89 países, com idades entre cinco e 14 anos.

Este concurso anual, na décima oitava edição, é organizado pelo Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUA), Fundação para a Paz e Ambiente (FGPE) e Grupos Bayer e Nikon.

O Concurso Internacional de Pintura Infantil sobre o Ambiente já recebeu mais de 200 mil inscrições de mais de 100 países desde que realizou a sua primeira edição, em 1990.


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O dia Mundial do Ambiente será assinalado, em Lisboa, com a projecção ao ar livre deste filme na Praça Luís de Camões, numa iniciativa da Fnac que pretende alertar o público para as questões ecológicas. A entrada é livre.

"Home"conta com imagens de 120 locais, em mais de 50 países, e filmadas ao longo de 217 dias.
O resultado é um olhar surpreendente sobre a Terra, as suas riquezas naturais e os ataques que sofre diariamente em diferentes partes do mundo, com imagens aéreas sobre locais marcantes.
In "Metro".

O filme tem mais de uma hora e é narrado por Glen Close.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

quarta-feira, 22 de abril de 2009

E NO DIA DA TERRA

Nasceu, há precisamente um ano, no Mundo Virtual este Blog.
Parabéns para ele.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

quinta-feira, 16 de abril de 2009

E O TEU PRÉDIO FALA?

Quem vive em prédios, principalmente nas grandes cidades, com toda a certeza já constatou que, raramente, todos se conhecem e mantém relações cordiais e, até, de amizade.
Antigamente isso passava-se mais frequentemente, até porque a vida das pessoas era outra. O elemento feminino estava quase sempre em casa e isso facilitava a comunicação, a interacção e os diálogos.
Hoje as pessoas que vivem em prédio só se encontram -quando se encontram- nas reuniões de condomínio. Geralmente também não conversam: exigem, reclamam e falam, apenas, de temas específicos e relacionados com as áreas comuns dos seus prédios.
Para quebrar o mutismo que se instalou nos prédios um grupo de amigos criou o projecto Prédios que falam, de modo a recuperar o espírito de boa vizinhança do antigamente, em que todos se tratavam por vizinhos mesmo que um morasse no início da rua no 2ª andar e outro no fim da rua no 8º. As crianças eram, igualmente, um bom veículo de comunicação, um belo meio de transporte de traquinices, ideias e folguedos. Tudo isso se perdeu.
Esta ideia dos Prédios que falam surge inspirada no Dia Europeu dos Vizinhos que se comemora a 26 de Maio. Pretende-se que, nos 6 dias anteriores a esta datas, sejam feitas actividades para aproximar os moradores.
Qualquer um pode inscrever o seu prédio até dia 13 de Maio, no site acima colorido. Esta pessoa será a organizadora e receberá um cartaz pronto a imprimir para poder colocar na entrada do prédio; ao mesmo tempo o organizador distribui fichas de inscrição e, quem quiser participar, tem apenas que as preencher e colocar na caixa de correio do organizador.
A partir daqui, e durante 6 dias, o organizador dará início às hostilidades, perdão, às actividades e, assim, se interage, muito simplesmente.
No Dia do Vizinho os moradores deverão organizar um convívio.
Até agora, disse Rodrigo Dias ao DESTAK, estão 16 prédios inscritos, maioritariamente da Grande Lisboa (Oeiras, Setúbal, Lisboa centro). A meta é chegar este ano, pelo, menos até aos 100 prédios.
Vamos nessa que é boa à bessa?

segunda-feira, 6 de abril de 2009

quinta-feira, 26 de março de 2009

Hora do planeta

De que se trata?

É algo tão simples como desligar o interruptor.

O que começou como um movimento quase espontâneo que pretendia incentivar os habitantes de Sidney a apagar as suas luzes e despertarem para os problemas ambientais, cresceu e tornou-se numa das maiores iniciativas mundiais de luta contra as alterações climáticas.
Em 2009, às 20H30 de 28 de Março, pessoas em todo o mundo são desafiadas a apagarem as suas luzes por uma hora - a Hora do Planeta.

Pretende-se este ano que mil milhões de pessoas, em mais de 1000 cidades, se unam em torno deste movimento e com este gesto simbólico mostrem que é possível tomar medidas contra o aquecimento global.

A Hora do Planeta começou em 2007, na cidade australiana de Sidney. Nessa altura 2,2 milhões de habitações e empresas desligaram as suas luzes por uma hora. Apenas um ano mais tarde é que este evento se transformou no movimento global para a sustentabilidade que é hoje, com a participação de cerca de 100 milhões de pessoas e abrangendo 35 países.

Desde então, marcos emblemáticos mundiais, tais como a ponte Golden Gate, em São Francisco (EUA), o Coliseu de Roma, em Itália, e o painel publicitário da Coca-Cola em Times Square (Nova Iorque, EUA), ficaram às escuras, como símbolos de esperança por uma causa que se torna mais urgente a cada hora que passa.

A Hora do Planeta 2009 é um apelo global de acção a todos os cidadãos, todas as empresas e todos os Governos. Um apelo para marcar presença, assumir responsabilidade e envolver-se num esforço conjunto para um futuro sustentável.

Edifícios e marcos simbólicos, desde a Europa até às Américas, vão permanecer às escuras no dia 28 de Março. Em várias cidades do mundo, incluindo Lisboa, as pessoas vão apagar as luzes e unir-se para criar uma acção vital que se pretende que desencadeie a discussão sobre o futuro do nosso precioso planeta.

Mais de 70 países vão participar na Hora do Planeta 2009. Este número cresce diariamente à medida que as pessoas começam a entender este movimento como um acto tão simples que pode gerar tão profundamente a mudança.

A Hora do Planeta é uma mensagem de esperança e uma mensagem de acção. Cada um de nós pode fazer a diferença!

Às 20:30 do dia 28 de Março de 2009 apague as luzes e veja a diferença que pode fazer no combate ao aquecimento global; registe-se em http://www.earthhour.org/portugal e junte-se ao movimento HORA DO PLANETA.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

O planeta respira, sabiam?

video

Vejam como é bonito...

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Agentes da PSP levam bolo e parabéns a idosa de 91 anos


Polícia de proximidade apoiou macaense radicada em Viana que vivia quase na miséria


"Podiam ter dito alguma coisa e eu vestia alguma coisa melhor", exclamava, surpreendida, Alzira Amorim, de 91 anos, festejados ontem com um bolo de aniversário, oferta dos agentes da PSP. "Nem acredito", repetia insistentemente, com um sorriso estampando no rosto esta macaense radicada em Portugal há mais de 30 anos e que tem nos agentes do programa "Polícia do Meu Bairro" de Viana do Castelo os principais companheiros. Os mesmos que há dois anos, numa ronda próxima da sua casa se depararam com um cenário "quase critico"."Eram ratos mortos, pulgas a saírem pela camisola. Parece que ninguém queria saber da senhora e nem família directa tem", explicou ao DN o agente Fernando Couto. "São meus amigos, visitam-me todas as semanas", afirma, satisfeita, a idosa. "Tia Alzira", como é carinhosamente pelos agentes da PSP, nasceu em Macau a 6 de Janeiro de 1918 e com apenas 16 anos casou com um vianense radicado naquela antiga colónia portuguesa. "Chegou a subchefe da polícia de Macau", conta, orgulhosa. Depois de uma vida como comerciante, em 1976 "por coisas da vida" muda-se para a terra do marido que entretanto morre e fica enterrado em Viana do Castelo. "Unidos na vida, unidos na morte", diz Alzira, assumindo que enquanto for viva quer manter-se próxima do local onde o marido está sepultado.Sem família directa, os anos foram passando por Alzira e, apesar da lucidez, o discernimento já não é o mesmo. "Pelo que nos mostrou tinha muitas posses, mas entretanto, vá lá saber-se porquê, tudo foi. Quando a encontramos estava numa situação quase miserável", explicou ao DN Fernando Couto."Passava muitas vezes por aqui e vi-a sempre à janela. Uma altura decidi ver se estava tudo bem e foi então que percebemos o que se estava a passar", contou. Sozinha, sem higiene e alguns bens de primeira necessidade, Alzira vivia em condições "pouco dignas". "Só para a desinfestação da casa foram precisos quatro dias. Apesar de sermos polícias, não podemos andar só atrás dos maus, também temos de tomar conta dos bons", assume. Alzira sobrevive hoje com uma pequena reforma, com o apoio de uma empregada e refeições fornecidas por uma instituição. Recusa ser internada num lar: "Adoro a minha liberdade e na minha casa sou a rainha." Ontem, pela primeira vez em vários anos, Alzira teve alguém a cantar-lhe os parabéns. "Fiquei muito emocionada", disse ao DN, enquanto comia uma fatia de bolo.