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sábado, 23 de janeiro de 2010
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
MARAVILHAS DA NATUREZA
Segundo o esquimó que tirou as fotos elas foram feitas no mesmo dia em menos de uma hora.





Fonte: Mdig





Fonte: Mdig
sábado, 12 de julho de 2008
Superação
Superação é poder fazer acontecer com as ferramentas que temos em mãos, superação é trabalhar da melhor forma possível independente do que pensem ou falem. Superação é irmos além do que os outros acham que somos capazes.
Nunca deixem de acreditar.
Nunca deixem de acreditar.
quarta-feira, 9 de julho de 2008
Poema de alerta
Levanto aqui um alerta
com grande consternação,
o perigo que nos aperta
chamado poluição.
Ela ataca a Natureza
deixando-a vil e deserta
rouba-lhe toda a beleza,
levanto aqui um alerta.
Espalha-se pela cidade,
ataca tudo, e então,
meu peito sente ansiedade
com grande consternação.
São os homens os culpados
desta mortandade certa
a qual nos faz desgraçados:
o perigo que nos aperta.
Ao lixo e à fumarada,
detritos e podridão,
p rigo reduzindo a nada
chamado poluição.
Faz pena, causa tristeza,
ver tanta desolação
invadir a Natureza.
Maldita poluição !
Vida sã é felicidade
e a saúde uma riqueza,
mas lixo e fumo, em verdade,
faz pena, causa tristeza.
O homem, sem compaixão,
na sua ânsia de grandeza,
deixa essa destruição
invadir a Natureza.
São os campos, são os rios,
e os ares em poluição,
confesso, sinto arrepios,
ver tanta desolação.
Vamos todos construir
mundo novo, pois então,
para deixar de existir
maldita poluição !
Armando David
com grande consternação,
o perigo que nos aperta
chamado poluição.
Ela ataca a Natureza
deixando-a vil e deserta
rouba-lhe toda a beleza,
levanto aqui um alerta.
Espalha-se pela cidade,
ataca tudo, e então,
meu peito sente ansiedade
com grande consternação.
São os homens os culpados
desta mortandade certa
a qual nos faz desgraçados:
o perigo que nos aperta.
Ao lixo e à fumarada,
detritos e podridão,
p rigo reduzindo a nada
chamado poluição.
Faz pena, causa tristeza,
ver tanta desolação
invadir a Natureza.
Maldita poluição !
Vida sã é felicidade
e a saúde uma riqueza,
mas lixo e fumo, em verdade,
faz pena, causa tristeza.
O homem, sem compaixão,
na sua ânsia de grandeza,
deixa essa destruição
invadir a Natureza.
São os campos, são os rios,
e os ares em poluição,
confesso, sinto arrepios,
ver tanta desolação.
Vamos todos construir
mundo novo, pois então,
para deixar de existir
maldita poluição !
Armando David
quinta-feira, 19 de junho de 2008
A Ovelha, a Lagarta e a Nuvem
Convido-vos a ler aqui uma história escrita pelos jovens do Hospital de Alcoitão e alunos da E.B.1 de S.João do Estoril, turma do 3º/4º A.
Parabéns à Professora Sónia pelo excelente trabalho que realiza com estas crianças.
Parabéns à Professora Sónia pelo excelente trabalho que realiza com estas crianças.
sábado, 31 de maio de 2008
Animais e Bebés
segunda-feira, 28 de abril de 2008
terça-feira, 22 de abril de 2008
A dor de uma perda
Recebi este mail, e muito provavelmente, muitos de nós, visto não se tratar de uma história recente… Todavia achei interessante partilhar neste espaço.
Esta pequena história retratada através de fotografia, releva que até os seres mais pequenos sofrem com a morte. A dor da perda é igual para todos.
Aconteceu numa praça, no Japão.
Não se sabe como o pássaro morreu. Ele estava ali no asfalto, inerte, sem vida. Seria um facto corriqueiro, mas o fotógrafo fez a grande diferença.
Esta pequena história retratada através de fotografia, releva que até os seres mais pequenos sofrem com a morte. A dor da perda é igual para todos.
Aconteceu numa praça, no Japão.
Não se sabe como o pássaro morreu. Ele estava ali no asfalto, inerte, sem vida. Seria um facto corriqueiro, mas o fotógrafo fez a grande diferença.
A Solidariedade
Segundo o relato do fotógrafo, uma outra ave permanecia próxima àquele corpo sem vida e ficara ali durante horas. Chamando pelo companheiro, ela pulava de galho em galho, sem temer os que se aproximavam, inclusive sem temer o fotógrafo que se colocava bem próximo.
Segundo o relato do fotógrafo, uma outra ave permanecia próxima àquele corpo sem vida e ficara ali durante horas. Chamando pelo companheiro, ela pulava de galho em galho, sem temer os que se aproximavam, inclusive sem temer o fotógrafo que se colocava bem próximo.
A Solicitação
Ela cantou num tom triste. Ela voou até o corpinho inerte, pousou como querendo levantá-lo e alçou voo até um jardim próximo. O fotógrafo entendeu o que ela pedia e, assim, foi até o meio da rua, retirou a ave morta e a colocou no canteiro indicado. Só então a ave solidária levantou voo e, atrás dela, todo o bando.
A Despedida
As fotos traduzem a sequência dos factos e a beleza de sentimentos no reino animal.
Uma Questão de Amor e Carinho.
Segundo o relato de testemunhas, dezenas de aves, antes de partirem, sobrevoaram o corpinho do companheiro morto. As fotos mostram quanta verdade existiu naquele momento de dor e respeito.
Segundo o relato de testemunhas, dezenas de aves, antes de partirem, sobrevoaram o corpinho do companheiro morto. As fotos mostram quanta verdade existiu naquele momento de dor e respeito.
Um grito de dor e lamento
Aquela ave que fez toda a cerimónia de despedida, quando o bando já ia alto, inesperadamente voltou ao corpo inerte no chão e, num grito de não aceitação da morte, tenta novamente chamar o companheiro à vida. Desesperada, mas com amor e carinho, ela se despede do companheiro, revelando o seu sentimento de dor.
Aquela ave que fez toda a cerimónia de despedida, quando o bando já ia alto, inesperadamente voltou ao corpo inerte no chão e, num grito de não aceitação da morte, tenta novamente chamar o companheiro à vida. Desesperada, mas com amor e carinho, ela se despede do companheiro, revelando o seu sentimento de dor.
Serão os animais realmente os irracionais?
Ou seremos demasiado arrogantes…!?
Horizonte
O mar anterior a nós, teus medos
Tinham coral e praias e arvoredos.
Desvendadas a noite e a cerração,
As tormentas passadas e o mistério,
Abria em flor o Longe, e o Sul sidério
'Splendia sobre as naus da iniciação.
Linha severa da longínqua costa ---
Quando a nau se aproxima ergue-se a encosta
Em árvores onde o Longe nada tinha;
Mais perto, abre-se a terra em sons e cores:
E, no desembarcar, há aves, flores,
Onde era só, de longe a abstracta linha.
O sonho é ver as formas invisíveis
Da distância imprecisa, e, com sensíveis
Movimentos da esp'rança e da vontade,
Buscar na linha fria do horizonte
A árvore, a praia, a flor, a ave, a fonte ---
Os beijos merecidos da Verdade.
Fernando Pessoa
fc
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